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A mostrar mensagens de janeiro, 2022

Voltar à vida!

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Olá a todos, hoje vamos falar acerca de uma empresa que está a tentar trazer um mamute de novo à vida.   O mamute-lanudo  foi um grande mamífero herbívoro que viveu no pleistoceno  e está extinto há cerca de 4 mil anos. Mas a espécie pré-histórica pode "voltar a viver" nas tundras do Ártico,  graças a um ambicioso projeto de uma  empresa norte-americana, a "Colossal". A companhia de biociência planeja utilizar a técnica de edição genética CRISPR   para inserir sequências de  DNA   extraídas de fósseis e pelos de mamutes-lanosos no genoma de elefantes-asiáticos . O resultado será um animal híbrido de elefante com mamute. O procedimento é possível porque os elefantes-asiáticos têm DNA 99,6% semelhante ao dos mamíferos extintos, de acordo com a empresa. A expectativa é que restaurar os mamutes-lanosos no Ártico ajude a revitalizar as pastagens geladas de lá. Essa vegetação é muito importante contra a  crise climática , pois absorve gases co...

A Família "Hexa"

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Mutações genéticas  Família “Hexa” Ora viva, caros leitores! Devem estar a perguntar-se o que trago cá hoje e bem, vocês aí têm todos apenas cinco dedos em cada mão? Que raio de pergunta não é?! Trago aqui o caso de uma família em que 15 membros nasceram não com quatro, não com cinco mas sim com seis dedos. Esta ocorrência chama-se Polidactilia e é uma mutação que forma um dedo a mais. Se alguém nasce com mais um dedo nas mãos ou nos pés estamos perante uma mutação, esta pode ser causada por modificações genéticas hereditárias, ou seja, os genes responsáveis por essa alteração podem ser transmitidos de pais para filhos. Isto acontece pela manifestação de um alelo autossômico variável,dominante c om expressividade, consistindo na alteração quantitativa anormal dos dedos d a mão ou dos dedos pé. Há uma variação muito grande na expressão dessa característica, desde a presença de um dedo extra, completamente desenvolvido, até a de uma simples profusão carnosa. Esta é uma simples famíl...

Implantação de microchips

Um microchip com o tamanho de um grão de arroz é a nova moda na suécia. O país nórdico tem vindo a tornar-se um dos grandes laboratórios para a inserção de implantes no corpo humano para fins de identificação. Nos últimos três anos, 3 mil pessoas apostaram na tecnologia invasiva para facilitar seu dia a dia. Os dispositivos usam uma tecnologia também implantada em telemóveis e em cartões de crédito   e trabalham de forma passiva, ou seja, apenas armazenam e fornecem informações a outros aparelhos, mas não efetuam eles próprios a leitura dos dados. A aplicação do microchip é feita normalmente na mão e assemelha-se a colocar um piercing. Uma das experiências feitas foi num ginásio. Os clientes do ginásio começaram a trocar o cartão de identificação pelo microchip para entrar no local. Noutra, desta vez   numa empresa de maior porte, a empresa nacional de transporte ferroviário, passou a usar chips para identificar os usuários e cobrar automaticamente o dinheiro da viagem atr...